Jantar dos Namorados 2012

A Mocidade da IECMS realizou dia 16 de junho jantar dos Namorados



Somos gratos por todos que participaram

A Igreja

"Porque, assim como o corpo é um, e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, são um só corpo, assim é Cristo também. Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito.Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos." (1 Co 12.12-14)

A Igreja refere-se a todas as pessoas que pertencem ao Senhor, aquelas que foram compradas pelo sangue de Cristo. Várias outras imagens e expressões são também usadas para definir ou descrever a Igreja. Ela é chamada o Corpo de Cristo, a família de Deus, o povo de Deus, os eleitos, a noiva de Cristo, a comunidade dos remidos, a comunhão dos santos, o novo Israel, entre outros.

A palavra do Novo Testamento para igreja, da qual extraímos nossa palavra eclesiástico significa "os chamados para fora". A igreja é vista como uma assembléia ou reunião dos eleitos, aqueles a quem Deus chama do mundo, separando-os do pecado, para um estado de graça.

A igreja na terra é sempre aquilo que Agostinho chamou de "um corpo misto"; por isso temos de fazer uma distinção entre a igreja visível e igreja invisível. Na igreja visível (que consiste dos que fazem profissão de fé, são batizados e arrolados como membros da igreja institucional), Jesus indicou que haveria joio crescendo junto com o trigo. Embora a igreja seja "santa", sempre há uma mistura profana nela nesta dispensação. Nem todos os que honram a Cristo com seus lábios o honram também com seu coração. Visto que só Deus pode lê o coração humano, os verdadeiros eleitos lhe são visíveis, mas em certa medida nos são invisíveis. A igreja invisível é transparente, mas completamente visível a Deus. È tarefa dos eleitos tornar visível a igreja invisível.

A igreja é una, santa, católico e apostólica. A igreja é uma só. Embora fragmentados em denominações, os eleitos são unidos por um só Senhor, uma só fé e um só batismo. A igreja é santa porque é santificada por Deus e habitada no sentido em que seus membros estão espalhados por toda a terra, incluindo pessoas de todas as nações. A igreja é apostólica no sentido em que o ensino dos apóstolos, com o contido na Sagradas Escrituras, é o fundamento da igreja e a autoridade pela qual é governada.

É tarefa e privilégio de cada cristão viver unido à igreja de Cristo. É nossa responsabilidade solene não negligenciar a assembléia dos santos quando se reúnem em culto, viver sob a liderança e a disciplina da igreja e estar ativamente envolvidos como testemunhas em sua missão.

A igreja se caracteriza mais como um organismo do que como uma organização. Ela é formada por partes vivas. É chamada o Corpo de Cristo. Assim como o corpo humano é organizado para funcionar em unidade, pela cooperação e interdependência das muitas partes, assim também a Igreja, como um corpo, revela a unidade e diversidade. Embora governado por uma "cabeça" - Cristo -, o corpo tem muitos membros, cada um deles dotados e investidos por Deus a fim de contribuir para a obra de todo o corpo.
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Autor: R. C. Sproul
Fonte: 3º Caderno Verdades Essenciais da Fé Cristã – R.C.Sproul. Editora Cultura Cristã. Compre este livro em
http://www.cep.org.br.

 

Atitude ao Estudar as Escrituras

Ao nos propormos a estuda o ser e obra de Deus, devemos fazê-lo com a máxima reverência e humildade. Não podemos perder de vista a sua santidade e a nossa pecaminosidade. Também não podemos deixar de reconhecer as nossas limitações, como criaturas finitas, diante da suprema excelência do ser Divino eterno e ilimitado que buscamos conhecer. Mas do que nunca, é preciso tirar as sandálias dos pés, porque a terra é santa! Só ousamos ter Deus como “objeto” de estudo, porque aprouve a ele mesmo revelar-se dos céus, e porque fomos alcançados por sua graça restauradora.
Nossa ousadia em estudar o ser e a obra de Deus é, portanto, divinamente estimulada. Afinal, foi ele mesmo quem determinou revelar-se a nós. O próprio Senhor Jesus afirmou; “A vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo 17.3).
Que o Senhor Deus mesmo, pelo seu Espírito, nos assista no propósito de conhecer mais precisamente o seu sublime ser e sua magnífica obra. Que este conhecimento, com a graça de Deus, seja de tal modo aplicado ao nosso coração pelo seu santo Espírito, que venhamos a amá-lo mais profundamente, cultuá-lo de modo mais verdadeiro, obedecê-lo com mais prontidão e servi-lo com determinação e alegria.
Autor: Rev. Paulo Anglada, Livro Soli Deo Gloria, pág 15. Editora Knox. Compre este maravilhoso livro na site http://www.knoxpublicacoes.com.br/loja/.


Acampamento dos Adolescentes 2012


Nos dias 8, 9 e 10  de junho, os Adolescentes de nossa Igreja estarão acampados na Fazenda Tibúrcio para momentos de recreação, louvor, comunhão e edificação.

O Pr. Kielce Marne trará os Estudos Bíblicos.

Missão e Doação


Evangelismo Noturno
Sob a coordenação da Mocidade, a Igreja promoverá evangelismo noturno e distribuição de folhetos de casa em casa e aos festeiros que seguem para o pátio de evento durante as comemorações juninas. Participe!!!

Bazar Popular
Os jovens continuam arrecadando roupas para realização de Bazar Popular. Faça sua doação!!!

Domingo da Igreja Perseguida


A Missão Portas Abertas todos os anos organiza e cadastra igrejas em geral para orar pelos cristãos perseguidos em todo o mundo. O Departamento de Missões, através da Miss. Cleciana,  incluiu nossa Igreja nesta mobilização. Portanto, domingo, 03 de junho, é dia dedicado à Oração. No site da Missão podemos encontrar informações detalhadas do DIP e uma lista dos 50 países mais opressores ao cristianismo. Em 2012, os cinco países onde é mais difícil viver como cristão são: 1. Coreia do Norte; 2. Afeganistão;  3. Arábia Saudita; 4. Somália; 5. Irã.

Turismo na Serra


Sob a direção do Prof. Júlio Cezar  e alguns pais de alunos da Escola Bíblica Dominical (EBD), as crianças realizaram passeio em Taquaritinga do Norte, visitando a cidade e a Rampa do Pepê.

IECMS - Aniversariantes junho 2012

02/06 Girlene Moraes
05/06 Luiza Severina
18/06 Mateus Xavier
22/06 Ana Xavier
24/06 Silvia Ramos
25/06 Elias Filipe
26/06 Raíssa Tibúrcio
28/06 Edileuza Bezerra
Casamento
17/06 Silvia Ramos e Aguinaldo

A Família Cristã

A família é a mais antiga e a mais básica das instituições humanas. Tanto na cultura israelita do Antigo Testamento como na cultura helênica do Novo Testamento, a estrutura da família podia constituir em pais e filhos, parentes de várias gerações, servos e, mesmo, amigos, dependendo dos recursos econômicos do chefe da família. A Bíblia acentua sua importância como uma unidade espiritual e base do treinamento para o caráter adulto maduro.
A Bíblia descreve uma clara estrutura da autoridade dentro da família, pela qual o marido conduz a esposa e os pais conduzem os filhos. Porém, como toda liderança deve ser exercida como uma forma de ministério, ao invés de uma tirania, assim esses papéis de liderança domestica devem ser cumpridos em amor (Ef 5.22-6.4; Cl 3.18-21; 1 Pe 3.1-7). O quarto mandamento exige que o chefe de família conduza toda a sua família na observância do sábado, o quinto mandamento exige que os filhos respeitem os pais e se submetam a eles (Êx 20.8-12; Ef 6.1-3). Jesus mesmo deu exemplo disso quando criança (Lc 2.51). Mais tarde, ele se opôs ferozmente a supostos gestos de piedade que, na realidade, eram formas de evitar a responsabilidade para com os pais (Mc 7+6-13), e seu último ato, antes de morrer, consistiu em tomar providência quanto ao futuro de sua mãe (Jo 19.25-27).

A família deve ser uma comunidade de ensino e aprendizado a respeito de Deus e da piedade. As crianças devem ser instruídas (Gn 18.18-19; Dt 4.9; 6.6-8; 11.18-21; Pv 22.6; Ef 6.4) e encorajadas a usar essas instruções como base para sua vida (Pv 1.8; 6.20). A disciplina deve ser usada como forma de treinamento corretivo para conduzir as crianças para além de tolice pueris, à sabedoria do domínio próprio (Pv 3.11-12; Hb 12.5-11), assim também deve ser na família humana.

A família foi instituída para funcionar como unidade espiritual. A Páscoa, no Antigo Testamento, era uma cerimônia da família (Êx 12.3). Josué estabeleceu um exemplo quando disse: "Eu e a minha casa serviremos ao Senhor" (Js 24.15). As famílias se tornaram às unidades de dedicação cristã nos tempos do Novo Testamento (At 11.14; 16.15,31-33; 1 Co 1.16). A aptidão dos candidatos a oficiais, na Igreja, era avaliada verificando se eles governavam bem a própria família (1 Tm 3.4-5,12; tt 1.6).

Desenvolver uma vida familiar forte é sempre uma prioridade no serviço de Deus.
Bíblia de Estudo de Genebra - Editor Geral: R. C. Sproul

Simpósio Família Cristã 2012

A IECMS estará promovendo uma série de palestras voltadas para a família

Data
Horário
Palestra
Palestrante
Quinta 10/05
20h00
Conselhos Cristãos à Família
Presb. Ricardo Gomes
Sexta 11/05
20h00
Conselhos Cristãos aos Pais e Adolescentes
Miss. Tereza Frias
Sábado 12/05
07h00
Conselhos Cristãos às Mães
Miss. Tereza Frias
Sábado 12/05
20h00
Conselhos quanto ao Relacionamento Familiar
Psic. Nelcito França
Domingo 13/05
09h30
Conselhos Cristãos aos Cônjuges
Pr. Anacleto Inácio
Domingo 13/05
19h00
A Família e todo Conselho de Deus
Pr. Antônio Júnior

Venha participar conosco

Dever dos Casados

Por Rev. Richard Baxter

“O dever mútuo entre marido e mulher é: Amarem totalmente um ao outro; viverem juntos, desfrutando um do outro, unindo-se fielmente na tarefa de educar os filhos, no governo da família, no gerenciamento de seus negócios seculares; ajudarem-se especialmente na santificação um do outro, no despertar da fé, do amor, da obediência e das boas obras; evitarem todas as dissensões e suportarem as fraquezas um do outro; manterem a castidade e a fidelidade conjugal; ajudarem-se mutuamente a levar suas cargas e não agravá-las, por sua impaciência. Na pobreza, nas dificuldades, nas enfermidades, nos perigos, consolarem-se e apoiarem-se mutuamente. Serem companhias agradáveis no amor santo, nas esperanças e nos deveres espirituais, quando falharem todos os confortos materiais”.

 

Concílio Nacional Especial 2012


O 56º Concílio Nacional Especial da ALIANÇA aconteceu na cidade Gravatá PE, de 24 à 27 de abril. Além dos assuntos em pauta foi eleita a Nova Diretoria Nacional. 
Presidente: Pr. Aurivan Marinho; Vice: Pr. Sérgio Paulo; I Secretário: Pr. Weber Firmino; II Secretário: Pr. Jonas Moreno; Secretário Executivo: Pr. Carloson Roberto; Tesoureiro: Pr. Roberval  Luiz; Diretor do Departamento de Orientação Missionária (DOM): Pr. Cláudio Alves; Diretor do Departamento Teológico (DET): Pr. Bruno Cezar; Diretor do Departamento de Educação Religiosa e Publicações (DERP): Pr. Joelson Gomes. (83) 3513-7791 www.aliancacongregacional.org.br

Aniversariantes IECMS maio 2012

05/05 Simone Aragão
09/05 Luciene Santana
14/05 Damiana Bezerra
15/05 Adriana Queiroz
15/05 Maria de Fátima da Silva
18/05 Risoneide Silvestre
25/05 Alisson Daniel
25/05 Carla Silva
29/05 Derval Moura

O que levou a igreja em Antioquia a fazer Missões

Por John R. W. Stott
Em Atos 13 o horizonte de Lucas se alarga pois o nome de Jesus seria maciçamente testemunhado além da Judéia e Samaria. A partir de Antioquia chegaria aos confins da terra. Os dois diáconos evangelistas prepararam o caminho. Estevão através de seu ensino e martírio, Filipe através de sua evangelização ousada junto aos samaritanos e ao etíope. O mesmo efeito tiveram as duas principais conversões relatadas por Lucas, a de Saulo, que também fora comissionado a ser o apóstolo dos gentios, e a de Cornélio, através do apóstolo Pedro. Evangelistas anônimos também pregaram o evangelho aos “helenistas” em Antioquia. Mas sempre a ação esteve limitada à Palestina e à Síria. Ninguém tinha tido a visão de levar as boas novas às nações além mar, apesar de Chipre ter sido mencionada em Atos 11:19. Agora, finalmente, vai ser dado esse passo significativo.

A população cosmopolita de Antioquia se refletia nos membros de sua igreja e até mesmo em sua liderança, que consistia em cinco profetas e mestres que moravam na cidade. Lucas não explica a diferença entre esses ministérios, nem se todos os cinco exerciam ambos os ministérios ou se os primeiros três eram profetas e os últimos dois mestres. Ele só nos dá os seus nomes. O primeiro era Barnabé, que foi descrito com “um levita, natural de Chipre” (Atos 4:36). O segundo era Simeão que tinha o sobrenome de Níger, que significa Negro, provavelmente um africano e supostamente ninguém menos que Simão Cireneu, que carregou a cruz para Jesus. O terceiro era Lúcio de Cirene e alguns conjecturam que Lucas se referia a si mesmo o que é muito improvável já que ele preserva seu anonimato em todo o livro. Havia também Manaém, em grego chamado o “syntrophos” de Herodes o tetrarca, isto é, de Herodes Antipas, filho de Herodes o Grande. A palavra pode significar que Manaém foi “criado” com ele de forma geral ou mais especificamente que era seu irmão de leite. O quinto líder era Saulo. Estes cinco homens simbolizavam a diversidade étnica e cultural de Antioquia e da própria igreja.

Foi quando eles estavam “servindo ao Senhor, e jejuando” que o Espírito Santo lhes disse: “separai-me agora a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado” (At.13:2). Algumas perguntas precisam ser respondidas.

A quem o Espírito Santo revelou a sua vontade? Quem eram “eles”, as pessoas que estavam jejuando e orando?
Parece-me improvável que devamos restringi-los ao pequeno grupo dos cinco líderes, pois isso implicaria em três deles serem instruídos acerca dos outros dois. É mais provável que se referia aos membros da igreja como um todo já que eles e os líderes são mencionados juntos no versículo 1 de Atos 13. Também em Atos 14:26-27, quando Paulo e Barnabé retornam, prestam conta a toda a igreja por terem sido comissionados por ela. Possivelmente Paulo e Barnabé já possuíam anterior convicção do chamado de Deus e esta verdade foi aqui revelada para toda a igreja.


Qual o conteúdo da revelação do Espírito Santo à Igreja em Antioquia?

Foi algo muito vago e possivelmente nos ensina que devemos nos contentar com as instruções de Deus para o dia de hoje. A instrução do Espírito Santo foi “separai-me agora a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado”, muito semelhante ao chamado de Abrão: “vai para a terra que te mostrarei”. Na verdade em ambos os casos o chamado era claro mas a terra e o país não.

Precisamos observar também que tanto Abrão como Saulo e Barnabé precisariam, para obedecerem a Deus, darem um passo de fé.


Como foi revelado o chamado de Deus?
Não sabemos. O mais provável é que Deus tenha falado à igreja através de um de seus profetas. Mas seu chamado também poderia ter sido interno e não externo, ou seja, através do testemunho do Espírito em seus corações e mentes. Independente de como o receberam, a primeira reação deles foi a de orar e jejuar, em parte, ao que parece, para testar o chamado de Deus e em parte para interceder pelos dois que seriam enviados. Notamos que o jejum não é mencionado isoladamente. Ele é ligado ao culto e à oração, pois raras vezes, ou nunca, o jejum é um fim em si mesmo. O jejum é uma ação negativa em relação a uma função positiva. Então jejuando e orando, ou seja, prontos para a obediência, “impondo sobre eles as mãos os despediram”.

Isto não era uma ordenação ao ministério muito menos uma nomeação para o apostolado já que Paulo insiste que seu apostolado não era da parte de homens, mas sim uma despedida, comissionando-os para o serviço missionário.


Quem comissionou os missionários?
De acordo com Atos 13:4 Barnabé e Saulo foram enviados pelo Espírito Santo que anteriormente havia instruído a igreja no sentido de separá-los para ele. Mas de acordo com o versículo seguinte foi a igreja que, após a imposição de mãos, os despediu. É verdade que o último verbo pode ser entendido como “deixou-os ir”, livrando-os de suas responsabilidades de ensino na igreja, pois às vezes Lucas usa o verbo “adulou” no sentido de soltar. Mas ele também o usa no sentido de dispensar. Portanto creio que seria certo dizer que o Espírito os enviou instruindo a igreja a fazê-lo e que a igreja os enviou, por ter recebido instruções do Espírito. Esse equilíbrio é sadio e evita ambos os extremos. O primeiro é a tendência para o individualismo pelo qual uma pessoa alega direção pessoal e direta do Espírito sem nenhuma referência à igreja. O segundo é a tendência para o institucionalismo, pelo qual todas as decisões são tomadas pela igreja sem nenhuma referência ao Espírito.

Conclusão
Não há indícios para crermos que Saulo e Barnabé eram voluntários para o trabalho missionário. Eles foram enviados pelo Espírito através da igreja. Portanto cabe a toda igreja local, e em especial aos seus líderes, ser sensível ao Espírito Santo, a fim de descobrir a quem ele está concedendo dons ou chamado.

Chamado missionário não é um ato voluntário, é uma obediência à visão do Senhor.

Assim precisamos evitar o pecado da omissão ao deixarmos de enviar ao campo aqueles irmãos com clara convicção de que foram chamados por Deus, bem como a precipitação de o fazermos com outros que possuem os dons para tal, mas sem confirmação do Espírito à igreja.

O equilíbrio é ouvir o Espírito, obedecê-lo e fazer da igreja local um ponto de partida para os confins da terra.

Refletindo Missões

O Departamento de Missões da IECMS estará nos dias 28 e 29 de abril promovendo palestras sobre nosso compromisso Missionário.
No sábado (28/04), às 20h00 e domingo (29/04), às 09h30 com a Miss. Adna Barbosa e no domingo (29/04), às 19h00 com o Semr. Edson Pereira.
Participe Conosco!!!