Resultados da Ressurreição de Cristo


Baixe gratuitamente o novo cartaz (PDF) do artigo de John Piper sobre os dez resultados da ressurreição:
 
1. Um salvador que nunca mais morrerá
“Sabemos que, havendo Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre.” (ROMANOS 6:9)
2. Arrependimento
“O Deus de nossos pais ressuscitou a Jesus, a quem vós matastes, pendurando-o num madeiro. Deus, porém, com a sua destra, o exaltou a Príncipe e Salvador, a fim de conceder a Israel o arrependimento e a remissão de pecados.” (ATOS 5:30-31)
3. Novo nascimento
“Segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos” (1 PEDRO 1:3)
4. Perdão dos pecados
“Se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados.” (1 CORÍNTIOS 15:17)
5. O Espírito Santo
“A este Jesus Deus ressuscitou, do que todos nós somos testemunhas. Exaltado, pois, à destra de Deus, tendo recebido do Pai a promessa do Espírito Santo, derramou isto que vedes e ouvis.” (ATOS 2:32-33)
6. Nenhuma condenação aos eleitos
“Quem os condenará? É Cristo Jesus quem morreu ou, antes, quem ressuscitou, o qual está à direita.” (ROMANOS 8:34)
7. Proteção e companhia pessoal do Senhor
“E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século.” (MATEUS 28:20)
8. Prova do julgamento vindouro
“Deus estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio de um varão que destinou e acreditou diante de todos, ressuscitando-o dentre os mortos.” (ATOS 17:31)
9. Salvação da futura ira de Deus
“Aguardamos dos céus o seu Filho, a quem ele ressuscitou dentre os mortos, Jesus, que nos livra da ira vindoura.” (1 TESSALONICENSES 1:10; ROMANOS 5:10)
10. Nossa própria ressurreição dos mortos
“Sabemos que aquele que ressuscitou o Senhor Jesus também nos ressuscitará com Jesus e nos apresentará em sua presença.” (2 CORÍNTIOS 4:14; ROMANOS 6:4; 8:11; 1 CORÍNTIOS 6:14; 15:20)
 

Conselhos para Seminaristas e Teólogos Iniciantes

 
Esses conselhos foram publicados em Inglês no livro Falando a verdade em amor: a teologia de John Frame, após uma entrevista que ele deu a P. Andrew Sandlin. A pergunta feita a John Frame foi a seguinte: “Quais conselhos você daria a um seminarista ou teólogo iniciante enquanto eles se preparam para enfrentar seus desafios?”. A resposta foi 30 excelentes conselhos que todo crente deveria escrever nas tábuas do coração.
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1. Considere a possibilidade de você não ter sido chamado para ser um teólogo. Tiago 3:1 nos lembra de que nem todos os que estão estudando teologia deveriam procurar ser mestres.
 
2. Valorize seu relacionamento com Cristo, com sua família e com a igreja mais do que a sua carreira. Você influenciará mais pessoas por meio de sua vida do que pela sua teologia. As deficiências em sua vida acabarão negando a influência de suas ideias, mesmo as ideias que são verdadeiras.

3. Lembre-se de que a tarefa fundamental da teologia é entender a Bíblia, a Palavra de Deus, e aplicá-la para as necessidades das pessoas. As demais coisas, sofisticação exegética, histórica e linguística, conhecimento da cultura e filosofias, tudo isso deve estar subordinado à tarefa fundamental acima. Se não estiver, você acabará sendo aclamado como um grande historiador, linguista, filósofo ou crítico da cultura, mas não como um teólogo.

4. No cumprimento da tarefa acima, você tem a obrigação de saber argumentar. Pode parecer óbvio, mas muitos teólogos hoje perecem não ter a menor ideia de como fazer isso. Teologia é uma disciplina argumentativa e, por isso, você precisa ter um conhecimento suficiente de lógica e persuasão a fim de construir argumentos que sejam válidos, sadios e persuasivos. Na teologia, não basta demonstrar que você tem conhecimento da história, da cultura ou de outras áreas do saber.

5. Não basta citar pessoas que concordam com você e criticar aquelas que discordam do seu ponto de vista. Você precisa saber formular um argumento em defesa daquilo que crê.

6. Aprenda a escrever e falar de maneira clara e convincente. Os melhores teólogos são capazes de tomar um assunto complexo e explicá-lo numa linguagem simples. Nunca tente demonstrar que você é especialista numa área por meio de uma linguagem obscura e opaca.

7. Cultive uma intensa vida devocional e ignore aqueles que o acusarem de uma falsa piedade. Ore sem cessar. Leia a Bíblia, não apenas como um texto acadêmico. Valorize todas as oportunidades de participar de cultos e reuniões de oração no seminário e aos domingos na igreja local. Dê atenção à sua “formação espiritual”.

8. Um teólogo é essencialmente um pregador, exceto que ele se envolve ocasionalmente com assuntos mais “misteriosos” do que o pregador. Seja um bom pregador. Encontre uma maneira de fazer sua teologia falar aos corações das pessoas. Encontre uma maneira de apresentar sua teologia de tal modo, que as pessoas ouçam a voz de Deus nela.

9. Seja generoso com seus recursos. Gaste tempo conversando com seus alunos e aqueles que pretendem ser alunos. Doe livros e artigos. Não seja “mão fechada” no que tange a materiais com seus direitos autorais. Dê permissão para seu material ser copiado, sempre que for solicitado. Ministério em primeiro lugar, dinheiro em segundo.

10. Ao criticar outros teólogos, denominações ou movimentos, siga a ética bíblica. Não chame uma pessoa de herege precipitadamente. Não acuse pessoas com termos do tipo “outro evangelho” (aqueles que pregam um outro evangelho estão sob a maldição de Deus). Não destrua a reputação das pessoas por meio de uma citação equivocada, fora do contexto, ou no pior sentido possível. Seja gentil e generoso a menos que você tenha razões fortíssimas para ser severo.

11. Numa controvérsia, nunca se posicione, precipitadamente, de um lado do debate. Faça um trabalho analítico de ambas as partes. Considere estas possibilidades: a) os dois lados podem estar olhando para o mesmo assunto de perspectivas diferentes, mas não pensando de maneira diferente; b) ambos os labos podem estar despercebidamente desprezando um ponto que poderia fazê-los pensar em harmonia; c) eles estão tendo dificuldade de se comunicar um com o outro porque estão usando termos que têm sentidos múltiplos; d) pode haver uma terceira alternativa melhor do que as duas posições que estão sendo defendidas; e) ambas as opiniões na controvérsia, mesmo que genuínas, devem ser toleradas na igreja, assim como as diferenças entre vegetarianos e não vegetarianos em Rm 14.

12. Quando você tiver uma grande ideia, não espere que as pessoas a entendam imediatamente. Não tente promover esta nova ideia a ponto de criar uma facção. Não entre em rivalidade com aqueles que por acaso não vierem a apreciar sua maneira de pensar. Dialogue com eles de maneira gentil, reconhecendo que você pode estar errado e não tem a humildade de reconhecer isso.

13. Não seja impulsivamente crítico com qualquer coisa que venha de outras tradições religiosas. Seja humilde para reconhecer que outras denominações podem ter algo a lhe ensinar. Seja “ensinável” antes de começar a ensiná-los. Tire a trava dos seus olhos.

14. Esteja preparado para avaliar criticamente a sua própria tradição. É uma ilusão pensar que uma tradição religiosa tem todas as verdades ou está sempre certa. Não seja um daqueles teólogos conhecidos por tentar fazer arminianos se transformarem em calvinistas (ou vice-versa).

15. Olhe para os documentos confessionais de sua denominação com a perspectiva correta. Eles são, entre outras coisas, o fruto do trabalho de teólogos e devem ser avaliados e reformados, quando necessário, pela Palavra de Deus. Não assuma que tudo o que está nos símbolos de fé da sua tradição religiosa está decidido para sempre.

16. Não deixe que o ciúme do sucesso de um colega determine as polêmicas nas quais você se envolve, ou o lado que você toma em tais polêmicas. Há muitos que são inclinados a ser completamente críticos de igrejas com mais de cinco mil membros.

17. Não se torne conhecido como um teólogo que atira para todos os lados tentando acertar outros teólogos ou cristãos. Nossos inimigos são: satanás, o mundo e a carne.

18. Mantenha-se vigilante com respeito aos seus instintos sexuais. Mantenha distância de qualquer pornografia na internet e relacionamentos ilícitos. Teólogos não são imunes a nenhum dos pecados nos quais outras pessoas caem.

19. Seja um membro ativo na igreja local. Teólogos precisam dos meios da graça no mesmo tanto que os demais membros da igreja. Isto é especialmente verdadeiro quando você estuda em uma universidade secular ou seminário liberal. Você precisa do suporte de outros crentes para manter uma perspectiva teológica apropriada.

20. Faça seu primeiro curso de teologia num seminário que ensine a Bíblia como Palavra de Deus. Procure familiarizar-se com a teologia das Escrituras antes de se expor (se for o caso) a formas de pensamentos não bíblicas.

21. Aprenda a demonstrar apreciação pela sabedoria, até mesmo a sabedoria teológica, daqueles cristãos totalmente leigos. Não seja um daqueles teólogos que tem sempre algo negativo a dizer quando uma pessoa mais simples descreve sua caminhada com o Senhor. Frequentemente, pessoas simples como estas conhecem a Deus melhor do que você, e você precisa aprender deles, à semelhança do que fez Abraão Kuyper.

22. Não seja um daqueles teólogos que se empolga com toda e qualquer novidade em política, cultura, hermenêutica e até mesmo teologia, e pensa que devemos reconstruir toda nossa teologia para se adequar a cada tendência.

23. Tenha sempre um pé atrás com todas as “tendências” em teologia. Quando você vir todo mundo entrando no mesmo vagão, seja feminismo, liturgia, pós-modernismo, ou qualquer outro “ismo”, este é o momento para você abrir os olhos e usar sua capacidade crítica. Não embarque em qualquer uma destas tendências antes de fazer a sua sondagem.

24. Ao mesmo tempo, não rejeite uma ideia inovadora apenas por ser inovadora. Mais importante ainda, não rejeite uma ideia simplesmente porque ela não soa como aquilo que você está acostumado a ouvir. Aprenda a discernir entre o “som de uma ideia” e aquilo que a ideia realmente diz.

25. Esteja sempre alerta para argumentos que recorrem a metáforas ou termos técnicos extra bíblicos. Não assuma que todos estes termos têm um sentido perfeitamente claro. Geralmente este não é o caso.

26. Aprenda a ser crítico daqueles que são críticos. Estudiosos liberais ou não cristãos estão propensos a errar como qualquer outro – na verdade, são mais propensos.

27. Respeite os mais velhos. Não existe nada mais prejudicial a um teólogo iniciante do que desprezar aqueles que têm atuado no campo por décadas. Discordar é cabível conquanto você reconheça a maturidade e as contribuições daqueles de quem você discorda. Tenha sempre 1Tm 5:1 no coração.

28. Teólogos iniciantes geralmente se veem como o próximo Lutero. Olhe, é muito provável que Deus não o tenha escolhido para ser o líder de uma nova reforma, como nos dias de Lutero. Mesmo se este for o caso, nunca se intitule como “o reformador”; deixe que os outros decidam se isso é realmente o que você é.

29. Decida cedo em sua carreira (após ter experimentado algumas vezes) no que você irá focar e no que não irá focar. Quando você começar a ter que considerar oportunidades, o saber quando dizer não é muito mais importante do que saber quando dizer sim.

30. Nunca perca seu senso de humor (não apele). Perder o senso de humor é perder o senso de proporção. Nada é mais importante em teologia do que o senso de proporção.

 

Aniversariantes IECMS setembro 2012


02/09 Júlia Xavier
03/09 Pedro Sebastião 

06/09 Samara Tibúrcio
06/09 Mariana Feitosa
07/09 Edjane Edileuza
18/09 Bibiano Alves
25/09 Paulo Nascimento


Dia do Adolescente Congregacional

 
O Departamento de Adolescentes promoverá uma série de atividades alusivas ao dia do Adolescente Congregacional.
Dia Data Hora
Atividade Palestra
Palestrante Responsável
Qua. 12/09  20h00
Adolescentes em Oração
Pr. Josilton Manoel
Qui. 13/09  20h00
Relacionamento Pais e Filhos
Dr. Jordão e Dra. Gizelda
Sex. 14/09  20h00
O Adolescente e sua Espiritualidade
Pr. Josilton Manoel
Sábado 15/09
Passeio Recreação
Diretoria UAEC
Dom. 16/09  09h30
Cuidando de Si e dos Outros
Dra. Janaína Souza
Dom. 16/09  18h00
O Adolescente no Plano de Deus
Pr. Tiago Xavier

De 12 à 16 de setembro de 2012
 Participe com sua família!!!

Congregagação IECMS



Nos dias 25 e 26 de agosto de 2012 nossa congregação no bairro Santa Tereza completou seu 5º ano de organização sob a liderança do Pr. José Carlos. O Pr. Bertoni e o Presb. Nixon foram os pregadores. Oremos pelas atividades desenvolvidas pelos irmãos que ali congregam, incluindo o trabalho evangelístico no Sítio Garrote (Assentamento Chico Mendes), toda sexta-feira, às 20h00.
 

Igreja Congregacional no Brasil - 157 anos


Comemoração dos 157 anos do Congregacionalismo no Brasil e
45 anos da Aliança das Igrejas Congregacionais do Brasil
Data: 18 de agosto 2012 (sábado)
Hora: 19h30
Local: Clube Ypiranga, Santa Cruz do Capibaribe PE
Preletor: Pr. Marcos Gladstone
Participação de Igrejas Congregacionais desta Cidade e Região
 
 

Quando os Membros estão Divididos, o Corpo Sangra

Por Pr. Aurivan Marinho

A igreja evangélica tem sido constantemente penalizada por divisões, rachas e cismas. A intolerância, a falta de amor e a luta pelo poder são possivelmente as causas mais recorrentes dessa tragédia. Existe na cultura evangélica atual uma grande dificuldade de doação em torno de projetos institucionais, corporativos e coletivos. A forte ênfase que se dá ao sucesso pessoal tem promovido lideranças personalistas e antidemocráticas. O resultado disso é que a todo tempo assistimos perplexos o surgimento de novas igrejas ou grupos eclesiásticos, cuja origem dar-se no interior de corações arrogantes, competitivos, intolerantes e carnais.

O Espírito de “Babel” (Gn 11.1-11) impera na cultura pragmática do pós-modernismo. Trata-se de uma cultura fragmentária, onde a igreja, a doutrina, a família e demais instituições são transformados em pequenos fragmentos e sacrificados no altar do “eu quero”, “eu acho”, “eu posso”. A centralidade do eu corrói como um cupim os verdadeiros pilares da fé cristã. O império do “eu” se legitima em nome do êxito pessoal, da prosperidade material e do endeusamento do próprio nome.

Nesse contexto em que a ética e a moral são o que menos importa para muitos, a igreja é usada como meio de favorecimento pessoal, o evangelho é negociado nos balcões da fé e a credibilidade e a reputação dos líderes ocupa as piores colocações nas pesquisas de opinião pública. O Espírito de Babel não consegue produzir nenhum projeto que não resulte em confusão. Babel se encontra naturalmente debaixo da sentença do juízo divino. O Espírito de Babel é insensível, insensato e demasiadamente egoísta. Babel é maldição, tudo que põe a mão termina em divisão.

A igreja tem o dever de contrariar essa cultura mundanista vivendo a cultura do reino de Deus. Precisamos ser manso e humilde de coração, devemos considerar o outro superior a si mesmo, necessitamos promover a unidade na diversidade. Se queremos preservar a unidade é preciso que consideremos as diferenças sem demonizá-las. As diferenças existem e, por isso mesmo, o amor, a misericórdia e o perdão são tão essenciais na construção e preservação dos relacionamentos. Os fundamentos da unidade são mais fortes do que os pontos que tentam nos separar. Afinal, “há somente um corpo e um Espírito... há um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos” (Ef 4. 4-6).

Gostaria de considerar a visão bíblica de unidade a partir de quatro aspectos, através dos quais poderemos superar quaisquer diferenças.

1. A unidade do Espírito – Quando penso no mover do Espírito no seio da igreja, penso em quebrantamento, vida piedosa e corações contritos. É somente pelo poder do Espírito que nos despojamos de nós mesmos, renunciamos o nosso próprio eu, relativizamos as nossas vontades, nos colocamos no lugar do outro e baixamos as nossas armas. Não acredito na unidade promovida pelo homem. Tudo que vem do homem é carnal, é motivacional ou essencialmente corrompido. A verdadeira unidade representa uma expressão da espiritualidade bíblica, que só o Espírito de Deus pode produzir na experiência cristã. Só pelo Espírito o eu é descentralizado e o governo de Deus efetivado nos corações. A unidade é requisito para o aviva-mento, e avivamento transforma partidos divergentes em ajuntamento solene e comunitário. Por isso, devemos atentar para a exortação bíblica: “Esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz” (Ef. 4.3).

2. A unidade doutrinária – A doutrina é o cimento que une os membros da igreja. A unidade emana da identificação existente entre aqueles que desfrutam da mesma identidade. Na igreja primitiva a unidade, a comunhão e o partir do pão são referendados como frutos de uma mesma experiência: “Perseveravam na doutrina dos apóstolos” (At 2. 42). A doutrina é ao mesmo tempo o elemento que une os discípulos de Cristo e os diferenciam das multidões e falsas religiões. Não podemos, em nome da unidade, sacrificar a doutrina. Qualquer ecumenismo religioso que atribui à doutrina um caráter secundário é nocivo à saúde da igreja. Por outro lado, a defesa da doutrina não pode ignorar a importância da unidade. Daí porque os que defendem, falam e pregam a verdade, o façam com amor. A intolerância, e a intransigência desembocam em sentimentos odiosos e posicionamentos legalistas que comprometem a boa comunhão. O centro da doutrina cristã é Cristo. Se queremos que os homens o enxergue como o enviado de Deus, que, então, sejamos um (Jo 17. 23).

3. A unidade do corpo – Se a igreja é o corpo de Cristo e Cristo o seu cabeça, isso faz de nós naturalmente membros uns dos outros (I Cor. 12.26-27). Quem promove divisão na igreja não está simplesmente atingindo uma instituição ou estabelecendo uma nova organização eclesiástica (igreja, ministério ou denominação), está, sim, ferindo o corpo de Cristo. Como diz Calvino “quando os membros estão divididos, o corpo sangra”. Enquanto a igreja se divide pelas razões mais banais e infantis possíveis, o corpo padece e sinais de fraqueza se evidenciam no cumprimento da missão.

O modo mais bíblico e inteligente de mantermos a unidade do corpo é reconhecendo que o único cabeça é Cristo e que cada membro tem uma missão particular dada por Deus visando à edificação do todo. Não podemos criar uma guerra entre os dons. Cada dom tem seu valor e quem o recebe deve exercitá-lo com temor e zelo. Todos os dons são úteis, pois provém do Espírito Santo (I Cor. 12.7). Os dons são diferentes e distribuídos a pessoas diferentes visando à unidade e diversidade do corpo (I Cor. 12.28-31). Isso significa que eu não tenho que divergir com meu irmão nem desdenhar dele pelo simples fato de que Deus o usa de um modo diferente. Nem todo mundo é olho, boca ou mão (I Cor 12.14-20). Nenhum membro concentra a totalidade das virtudes do Espírito. Precisamos uns dos outros e a igreja precisa de todos para se manter saudável e relevante.

4. A unidade trinitária – O modelo de unidade que queremos para igreja não pode ser produzido pela mera experiência humana. A verdadeira unidade é uma obra do Pai, do Filho e do Espírito Santo na vida de pessoas, que de outro modo, jamais poderiam desfrutar da comunhão bíblica. O Deus Trino que opera na vida da igreja se apresenta como modelo comunitário ideal: “Que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim, e eu em Ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste” (Jo. 17.21). A nova vida que a igreja desfruta é uma obra do céu. A vocação da igreja é o céu e o modelo de unidade vem do céu.

A unidade é uma experiência que transcende as tendências culturais e as vaidades do coração humano. A unidade que se projeta na Trindade rompe barreiras, quebra preconceitos e se evidencia na experiência do amor e do perdão. Ser igreja é se comprometer em transcender a mesmice de uma cultura odiosa, egoísta e perversa, no propósito de promover na Terra a comunidade divina.

É dever de cada crente e de cada líder preservar a unidade da igreja. Lutar pela comunhão é tarefa de todo aquele que ama o Senhor da igreja e que deseja ser instrumento nas mãos do Espírito para edificar a Igreja do Senhor. Que o Senhor gere em nossos corações a harmonia que precisamos para que sejamos mais relevantes. Que nenhum espírito de divisão encontre lugar para operar em nosso meio. Que a longanimidade e benignidade sejam virtudes bem presentes em nossas motivações e ações.
 
 

Ética na Política

Por Pr. Jorge Issao Noda

“Vós sois o sal da terra... vós sois a luz do mundo” (Mt 5:13, 14).

Somos cidadãos de dois reinos. Estamos neste mundo, mas não somos deste mundo. Pagamos impostos, elegemos gestores, obedecemos às autoridades constituídas, mas nossa pátria é a celestial, nosso modo de governo é a monarquia do Rei Jesus, nossa constituição é a Palavra de Deus, nossa lealdade suprema é ao reino de Deus, nossa missão é salgar nosso ambiente, desacelerando sua deterioração e iluminar os que se encontram na escuridão espiritual. Esta é a nossa identidade.

A participação dos cristãos na política é inevitável. Deus nos chamou para exercermos nossa cidadania com responsabilidade. Da maneira como a nossa sociedade é organizada, é necessário intervir a partir da escolha refletida de representantes que promovam o maior bem para as pessoas. Através do voto, assumimos a responsabilidade de colocar no poder homens e mulheres que podem fazer grande diferença para a melhoria da condição de vida da população, através de uma gestão responsável dos recursos públicos.

É trágico constatar, porém, que o sistema políco de nossa nação está carcomido pela corrupção desde as suas bases. O que vemos no Brasil está longe de ser uma democracia no sentido mais fundamental da palavra. Os princípios mais elevados da justiça e da bondade são aprisionados em algum cárcere esquecido, enquanto a mentira, a corrupção e a venda da consciência correm livres e soltas em campanhas imorais e vergonhosas. O voto deixa de ser uma expressão de convicção e consciência para se tornar o mais baixo esgoto de prostituição social. Políticos são eleitos não por sua capacidade administrativa ou por seu compromisso com os valores éticos, mas por sua capacidade de comprar e vender a dignidade humana.

O mais trágico em tudo isso é que os que podiam fazer a diferença jogam-se na lama sem peso na consciência. Aqueles que se dizem discípulos de Cristo não hesitam em participar desse jogo diabólico em nome da lealdade partidária e da proteção de interesses pessoais. Tornam-se objeto de gozação nos círculos de uma sociedade sem Deus, comprometem o testemunho de Cristo, escandalizam a fé dos mais fracos, sacrificam os princípios mais valiosos e finalmente colaboram para tornar a vida em comunidade mais feia e degradante. Se pensamos que não poderia ficar pior, ainda usam o nome de Deus em vão e suplicam as bênçãos do Rei do Universo para a corrupção e a mentira.


O sacrifício da consciência é um preço alto demais para se desfrutar de favores políticos e financeiros. O alimento que chega à nossa mesa de forma desonesta não é abençoado. O conforto que desfrutamos pode se tornar numa cama de espinhos. E depois de tudo, teremos que conviver com a realidade que traímos nosso Deus, nossa conciência e a boa fé daqueles que acreditaram em nós. Nada pode substituir o favor de Deus. A bênção de Deus coloca em nossa mesa o pão da paz, afofa a cama da consciência tranquila, multiplica o pouco e toca o próximo com graça. Não se deixe embriagar pela esperança passageira, beba abundamente da vida que transborda hoje e permance para sempre. Não use as pessoas para atingir seus fins egoístas, seja um árvore frutífera onde as pessoas encontram sombra e alimento. Não se conforme com o sistema, seja uma pedra no sapato daqueles que acreditam que dignidade se compra. E tudo o que você fizer por menor que seja exercerá um impacto maior do que qualquer cargo político, o impacto de um filho de Deus que permaneceu leal ao seu Rei e Senhor! A participação do cristão política é inevitável, mas sua contaminação não só é evitável, mas indispensável se quisermos comprovar com a nossa vida a autenticidade da nossa fé em Cristo.
  
  

Onde Você Está, Papai?

Por Pr. Jorge Noda

“... porque tu estás comigo” (Sl 23:4)

Pesquisas demonstram que famílias sem a presença do pai biológico tendem a ser desestruturadas, empobrecidas e vulneráveis à corrupção da sociedade. Na história de muitos criminosos a ausência do pai é um fator muito comum. Pais que permanecem muito tempo no trabalho, bebendo com os amigos, arrumando coisas para fazer, deixam atrás de si um tipo de orfandade mais triste: “Eu tenho um pai, mas ele não está presente”. Quantos filhos chegam à idade adulta carregando as memórias de um pai que não estava lá...

Pai, nada é mais importante do que sua presença. A presença de um pai que está acessível para os seus filhos, que brinca sem se sentir culpado, que os conhece como a palma da mão, que oferece um exemplo e referencial de vida, que está ali para proteger, que não deixa faltar nada dentro de casa, que ama a mamãe, que pastoreia o seu pequeno rebanho com ternura e firmeza. 

Não deixe para estar presente amanhã, esteja presente hoje, pois o amanhã talvez nunca chegue. Os filhos crescem rápido demais e, quando menos esperar, eles já estarão casados com suas próprias famílias. Que eles possam levar para os seus novos lares um exemplo a ser seguido, desejando reproduzir aquilo que eles mesmos experimentaram dentro de casa. 

Talvez você sinta que a paternidade é algo que está além de suas forças e capacidade. Não se preocupe, nosso Pai celestial está nos conosco para nos capacitar. Ele tem toda a sabedoria e amor. Ele, mais que ninguém, é capaz de nos fazer pais de verdade. Quanto mais temos comunhão com Deus, mais nosso coração vai bater no mesmo ritmo do Pai que está sempre presente!

Pais, Não Irriteis os Vossos Filhos

"Pais, não irriteis os vossos filhos, para que não fiquem desanimados" (Cl.3:21). Os pais irritam os filhos quando ensinam com palavras, mas não com exemplo; quando falam uma coisa e fazem outra; quando exigem dos filhos um comportamento exemplar, mas vivem de forma repreensível. Os pais irritam os filhos quando os tratam com rigor, com dureza, com palavras ásperas e apenas cobram, sem jamais encorajar e consolar. Os pais irritam os filhos quando não têm tempo para eles, quando priorizam os amigos e o trabalho em vez da família. O papel dos pais é criar os filhos na disciplina e admoestação do Senhor, servindo-lhes de exemplo. A função dos pais é andar e ensinar os filhos a Palavra de Deus, inculcando neles os preceitos do Senhor. Deixar de ouvir, de encorajar e de acompanhar os filhos, não apenas os irritam, mas também os deixam desanimados. É tempo de investir na família, nos relacionamentos, a fim de que nossos lares sejam o lugar mais gostoso de se viver na terra. (Rev. Hernandes Dias).
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* As Auxiliadoras da IECMS promoverão um café da manhã especial para os pais da Igreja no sábado, dia 11, às 07h00. Na ocasião teremos um momento devocional e em seguida um delicioso café.  No domingo, dia 12, às 18h00, ainda refletiremos sobre Família, ao final do culto, lanche para os Pais.
                      

IECMS Novo Horário de Culto

O culto do domingo à noite em nossa Igreja terá novo horário nos meses de agosto e setembro de 2012 por causa da poluição sonora que vimos sofrendo (nas vias paralelas da PE 160) durante as campanhas eleitorais em nosso município. Os demais horários permanecem, mas, no domingo, nos reuniremos às 18h00.

Programação: quarta, Oração (20h00); quinta, Doutrina (20h00); sexta, Visitação e Adolescentes (19h30); sábado, Oração (06h00) e Mocidade (20h00); domingo, EBD (09h30) e Adoração (18h00).

Aniversariantes IECMS Agosto 2012


1º/08 Beatriz Alves
1º/08 Gabriela Santana
04/08 Adauto Cordeiro
06/08 Aline Souza
07/08 Maria Veronilda
08/08 Lucas Gabriel
08/08 Samuel Victor
09/08 Marianna Araújo
12/08 Gilmaro Marinho
14/08 Alcides Almeida
27/08 Heitor Nunes


Casamento
16/08 Albanita e Cleudson Lima

Alegria Acima das Circunstâncias

Por Pr. Jorge Noda

“Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos” (Fl 4:4).

Paulo tinha muitas razões para não se alegrar. Ele estava preso, sem poder pregar a mensagem do evangelho e ainda pairava sobre ele a possibilidade da execução. Os cristãos de Filipos estavam tristes com o encarceramento do apóstolo, temendo pelo prejuízo do progresso do evangelho. Nestas circunstâncias, como seria possível cultivar alegria? Da mesma forma, nós também podemos ter inúmeros motivos para não experimentar alegria. Talvez estejamos passando por um período especialmente difícil em relação a uma enfermidade prolongada, problemas financeiros aparentemente insolúveis, perda de entes queridos, frustrações em relação a projetos fracassados. A lista pode se estender indefinidamente. A tristeza insiste em nos afundar no lago sombrio do desânimo.

Paulo tinha muitas razões para não se alegrar, mas todas elas não foram suficientes para roubar a sua alegria. Apesar de tudo, ele conseguia encontrar em cada fato negativo um propósito de Deus, uma possibilidade de experiências mais ricas da graça. Não tinha nada a ver com pensamento positivo, tinha a ver com sua plena confiança em Cristo como Senhor de sua vida. Em sua comunhão com Cristo ele encontrou uma alegria que se concretizava não pela negação dos problemas, mas por um Deus que usava os problemas para maior glória do seu nome e maior bem dos seus filhos. Paulo podia declarar com toda a convicção que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu nome”. Ele podia estar preso, mas a palavra estava solta. Ele podia não pregar, mas outros assumiram corajosamente o seu lugar. Ele podia até morrer, mas então ele experimentaria a maior alegria: estar com Cristo para sempre.

Quando as palavras de Paulo atravessam os séculos e chegam até nós, elas não chegam como de um monge isolado da realidade vivida pelos homens. “Alegrem-se!” não vem de alguém alienado, mas daquele que aprendeu o segredo da alegria acima das circunstâncias vivendo a realidade das circunstâncias. Não foi algo automático, foi um processo longo de erros e acertos. Mas ele tem autoridade para nos exortar: “Alegrem-se! Alegrem-se sempre!” Como isto é possível? Por que o Senhor é a fonte de nossa alegria. Podemos não ter muito, mas temos o Senhor. Podemos não conhecer muito, mas sabemos que temos a vida eterna. Podemos não conseguir muito, mas o Senhor conquistou para nós a salvação eterna. Na presença do Senhor há “plenitude de alegria”. Que alegria maior alguém pode ter do experimentar o perdão dos pecados? Que alegria nesta terra pode substituir a alegria da salvação?

Não importa que situação você esteja vivenciando hoje, se você está em Cristo é nova criatura. Não importa para onde você esteja indo, no final você está indo para a própria presença de Deus. Sendo assim, alegre-se no Senhor! Experimente agradecer a ele por todas as bênçãos recebidas. Relembre tudo o Cristo já fez em sua vida, Se Paulo podia encontrar no fundo de uma cela a alegria, nós também podemos experimentar uma alegria indizível e cheia de glória. Alegrem-se no Senhor! Outra vez digo: “Alegrem-se no Senhor.
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Aniversário da Mocidade IECMS 2012

A Mocidade estará prestando gratidão à Deus por mais um ano de organização e terá como preletor oficial o Rev. Jorge Issao Noda.

Os cultos terão início no sábado (28/07) às 20h00 e no domingo (29/07) às 09h30 e às 19h00.
  
Participe com toda sua família!!!

Bazar Popular



No domingo, 22/07, os jovens realizaram Bazar Popular em São Domingos, Brejo da Madre de Deus - PE.

A população daquele Distrito adquiriu vestuário e calçados à preço mínimo.